quarta-feira, 9 de setembro de 2009

"I think I'll find another way..."



'Just let it go'. Assistindo à Private Practice (que no momento tem sido o que preenche minhas poucas horas livres, enquanto espero pela sexta temporada de Grey's) me prendi a essa frase. Na verdade teve um episódio todinho só baseado nisso; uma coisa meio que "desapegue" sabe ? Eu parei pra pensar, e também cheguei a conclusão de que quando não há mais o que fazer, o melhor é deixar passar. Ficar em cima de questões insolúveis, ou se arrependendo de coisas que já foram feitas, é muito desgastante. Desperdício de energia. Energia essa, que poderia estar sendo empregada em outros feitos dos quais não nos arrependeríamos, ou então na resolução de problemas que estão ao nosso alcance. Mas é claro que é difícil deixar certas coisas irem. Eu pelo menos sou péssimo nisso. Sou mestre em remoer, repensar e arrepender. Mes-tre. É mais forte que eu, sorry. Quando digo que é desgastante, o faço por experiência própria. Agora, tem gente que não está nem ai, como o Garfield (sim, pra mim ele é como se fosse gente tá ? rs). Simplesmente, depois de certo ponto, não é mais problema dele e pronto. Já era. Deve ser mais fácil viver assim né. Só se preocupando com o que realmente é preocupante, com o que realmente se deve preocupar. Deve agilizar as soluções. Enfim, just let it go.

Um comentário:

  1. Remoer o que já é concreto, e implicar com aspectos imutáveis logicamente só nos traz prejuízos.A indagação, já escrevi a respeito em minha página, é: a escolha de cismar é ao toda consciente?Optamos por isso ou somos levados a fazê-lo por algo mais profundo, lá de dentro?
    Atitudes são frutos da motivação, e com ela podemos nos esforçar para, o quanto possível, livrarmos do que nos faz sofrer.Podemos, sim, amenizar as conseqüências e a intensidade dessas cismas da vida, porque sendo ou não nossa a escolha, com elas sofremos em nível consciente(realmente sofremos).Portanto acho que o destino dessas pragas que nos preocupam está parcialmente em nossas mãos; agora para mudarmos as coisas pra melhor temos que primeiramente ter a dita motivação ^^, sem ela não passamos do terceiro/quarto dia de combate, rs, e acabamos pensando que realmente não podemos mudar.
    Agora, não arcar com as suas conseqüências diretas é uma opção(vide Garfield); seguir em frente sem elas nas costas pode até ser fácil, mas há um termo bem apropriado para isso: displicência.
    De si para si, o problema é seu(a vida que o diga), de si aos outros, o dano é alheio.

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