Alou vocês. Voltei, depois de anos e anos, finalmente. Senti falta de escrever, aliás, eu sempre sinto. Mas a falta de tempo, de criatividade e muitas vezes a preguiça, me impedem de vir até aqui. Enfim, now, cá estou.
Bom, acho que vou começar sobre a faculdade. Esse período está bem devagar. Ok, sem eufemismos, está chato mesmo, quase insuportável. Aulas, aulas, aulas, travas pigméias, e mais aulas. Detalhe que todas elas na mesma sala, o dia inteiro. Pra mim, isso é tão 2008. Ainda bem que consegui algumas outras atividades extras pra me animar um pouquinho (?). E, acreditem se quiser, uma delas está me fazendo mudar conceitos. Consigo enxergar méritos onde antes não os via, e comecei a entender o motivo pelo qual o início da vida fascina a tantos: porque é realmente fascinante ! Simples assim. Talvez esse novo ponto de vista seja o início pra que eu possa mudar outros. Não que eu não goste dos meus pontos de vista, mas melhorar não faz mal a ninguém, muito menos a mim, at all.
Esse 'começo' de ano também está sendo difícil em outros aspectos, embora eu não consiga deixar de pensar de que se tratam apenas de consequências. Estão sendo cada vez mais frequentes uns momentos desagradáveis em que eu ponho em xeque minhas habilidades, minha inteligência e até mesmo minha capacidade: "É tão difícil, não sei se eu vou conseguir". Mas ai, graças a Deus, eu tenho amigos. E esses amigos me resgatam. E me fazem repensar, e concluir que gente muitooo menos capaz e hábil que eu já conseguiu, portanto, é só uma questão de tempo pra que eu consiga também. "É normal pessoas responsáveis terem inseguranças".
Masss, devo deixar bem claro que esse post não é uma super lamentação, não mesmo. É só porque eu acho que vale a pena pararmos às vezes pra pensar no que estamos sentindo. Como se fosse pra organizar mesmo, tipo um 'fechado pra balanço'. Tenho certeza que todo mundo tem desses momentos de 'auto-questionamentos'; se não todos, pelo menos 'os mais responsáveis' como já transcrevi ali em cima, de uma frase dita por papai, que eu nunca mais vou esquecer. (Sim, eu estou querendo dizer que se você nunca duvidou de você mesmo, além de um convencido, você também é um arrogante, e irresponsável ! rs). Foi mais ou menos essa a intenção. E preciso dizer que me faz muito bem esse tipo de paradinha. Ainda mais quando eu paro pra pensar e escrever, nossa, me faz realmente muito bem.
E antes de terminar, vou falar que estou acompanhando Glee, e adorei, e viciei nas músicas, e acho ótimo. Sem mais por enquanto. Espero não demorar muito pra voltar, bye.
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ResponderExcluirAcredite: atividades extras, apesar de enfadonhas, trazem novas experiências, e quando se há sabedoria podemos delas tirar conclusões e reelaborar projetos em nossas vidas.
ResponderExcluirConcordo com vc quanto à moldabilidade de conceitos, pq a austeridade e conservadorismo extremos empacam a mente; podemos, e devemos, reavaliar certos pontos de vista, e evoluir, somos humanos, temos essa capacidade.
Quanto à frase de seu pai, concordo, e digo mais, digo uma frase muito sábia que muito me acrescentou na vida: Por trás de toda arrogância, há uma fraqueza. Pense nisso, e pense a longo prazo; note a implicação dessa conjectura em seus vínculos pessoais, e verá que faz todo sentido.
Se auto-questione, reflita, dê um momento a você, que ganhará muitos outros que seriam perdidos em crises... e cá eu alimentando o tão paradoxo existencilismo citado por mim no último post... mas lembre-se que o excesso é deletério. Mas certamente relevar com moderação certos pontos, aqueles lá do âmago, nos rende frutos bons, e chegamos mais perto do tão desejado auto-controle... Enxergue-se, avalie-se, e sobretudo: valorize-se;