domingo, 6 de fevereiro de 2011

Hahaha.


Ciúme. Sempre perco algum tempo pensando sobre isso. Talvez porque ele seja parte integrante da minha vida rs. Sim, confesso, sou ciumento. Tá bom vai, muito ciumento. Mas um ciumento diferente, daqueles que sofre por dentro, quietinho, sem demonstrar (muito). Acho que é porque o ciúme cresce sobre a insegurança, e ninguém gosta de se mostrar inseguro né ? E não é só no sentido 'amoroso' da palavra não. Na verdade, a gente sente ciúme de quem importa. Só não confundam ciúme com egoísmo ou possessividade, são coisas diferentes. Ciúme é ciúme; é aquela vontade de saber onde, como e com quem está; se está pensando em você (se sequer pensa em você, em alguns casos); se sente a falta da sua companhia, de falar com você, de te ver, enfim, se você é tão importante na vida daquela pessoa quanto ela é na sua. Mas é só pensar hein, não vale ficar cobrando a pessoa por tudo isso, desse jeito não é a mesma coisa.

E todo mundo gosta de ser o alvo do ciúme, nem vem que não tem. Quem não gosta de ser lembrado e saber que é importante pra alguém ? Mesmo que o ciume seja sentido por alguém que não tenha muita importância pra você, é, no mínimo, uma massagem no ego rs.

Bom, já que eu não consigo parar de senti-lo, tento pensa-lo assim. Mas que às vezes dá raiva, dá rs.

Um comentário:

  1. Falei ontem sobre isto com um colega: enaltecer o ego pelo ciúme alheio.
    E, realmente, quando o ciúme se expande demais vamos caindo num buraco em que não há tempo para pensarmos em nós ''(se sequer pensa em você, em alguns casos)'', hehehe, fantástico.
    Bjo, Vi, e bom saber que retomou, tal como eu, o blog.

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